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Mais um golpe na praça: seqüestro telefônico
Os
bandidos inventaram mais uma forma de achacar os cidadãos de bem. A nova
modalidade é o falso seqüestro, também conhecido como seqüestro virtual. O
golpe tem versões variadas, mas na maioria das vezes o marginal liga para
a casa de alguém – geralmente a cobrar - e informa que mantém um parente
como refém e exige um resgate. Na verdade, ele está blefando com dados
copiados da lista telefônica, blogs e cheques soltos na praça com anotação
de telefone residencial no verso etc. Tendo o fator surpresa a seu favor,
o bandido pede para que a vítima da extorsão não informe a polícia e dá
ordens sobre a entrega do dinheiro.
Um
disfarce também costuma ser usado pelo bandido na abordagem por telefone.
O marginal se passa por um policial ou bombeiro e conta que um familiar ou
cônjuge se envolveu num acidente. Depois começa a pedir dados para
confirmar a identidade da vítima. No meio da conversa, ele revela que está
mantendo o familiar como refém.
O modus
operandi tem suas variações, mas em todos os casos o bandido se aproveita
do susto e choque de quem está do outro lado da linha para lograr êxito no
golpe. O Grupo Anti-Seqüestro da Polícia Civil de Goiás dá algumas dicas
de como evitar cair no golpe:
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Jamais
tente resolver um seqüestro sozinho, mesmo que desconfie que seja falso;
Procure contatar seu familiar;
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Atenção para ligações de supostos funcionários das operadoras de
telefonia fixa ou móvel, principalmente se pedirem ao usuário para
digitar determinados códigos no aparelho. Na dúvida, desligue e contate
a operadora;
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Instrua as crianças e diaristas para não passar informações a estranhos;
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Não
coloque o telefone residencial no verso de cheques;
Desconfiando ou não de um seqüestro, contate a Polícia.
Ed.106_04/03/2006 |
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