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Cuidados que pacientes
devem ter com a escova dental
A
escova dental é uma importante ferramenta para a manutenção da higiene
bucal, mas a exposição a eventuais germes patológicos na cavidade oral
pode transformá-la também em um veículo para a transmissão cruzada em
domicílios onde não é armazenada adequadamente ou – pior – compartilhada
entre os moradores.
Estudos mostram que, em casos em que a escova é utilizada por pacientes
com doenças infecciosas, como tuberculose, hepatite ou Aids, os
respectivos microrganismos patogênicos podem também ser transferidos para
as cerdas. E mesmo uma escova higienizada pode ser contaminada se for
manuseada por mãos contaminadas.
Confira algumas dicas abaixo, elaboradas pela Associação Americana de
Periodontia, que podem ajudar seus pacientes a usar com segurança a escova
dental.
Recomendações
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Lavar as mãos antes
e depois de escovar os dentes
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Deixar a escova
exposta ao ar seco depois de cada uso, pois muitas bactérias nocivas
morrem quando em contato com o oxigênio
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Guardar a escova na
posição vertical, assim ela seca mais rápido
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Trocar a escova a
cada três ou quatro meses, ou até antes, se as cerdas estiverem gastas
ou se o paciente tiver resfriado ou gripe, para evitar reinfecção
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Limpe a embalagem ou
suporte sempre para matar bactérias potencialmente danosas, que podem
provocar doenças periodontais
O que não fazer:
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Compartilhar a
escova dental. A troca de fluidos corpóreos através de escovas pode
aumentar o risco de infecções
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Reusar ou dividir as
mesmas soluções desinfectantes ou enxaguatórios para higienizar escovas
dentais porque pode levar à contaminação cruzada
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Cobrir escovas ou
armazená-las em recipientes fechados. Isso cria um ambiente úmido mais
propício para a proliferação dos microrganismos
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Usar porta-escovas
comunitário. Se precisar, limpar sempre o utensílio e garantir que as
cerdas de uma escova não entrem em contato com as de outra
PubE112SBUC2006
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