Ano VII nº 112 -

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Cuidados que pacientes devem ter com a escova dental

A escova dental é uma importante ferramenta para a manutenção da higiene bucal, mas a exposição a eventuais germes patológicos na cavidade oral pode transformá-la também em um veículo para a transmissão cruzada em domicílios onde não é armazenada adequadamente ou – pior – compartilhada entre os moradores.

Estudos mostram que, em casos em que a escova é utilizada por pacientes com doenças infecciosas, como tuberculose, hepatite ou Aids, os respectivos microrganismos patogênicos podem também ser transferidos para as cerdas. E mesmo uma escova higienizada pode ser contaminada se for manuseada por mãos contaminadas.

Confira algumas dicas abaixo, elaboradas pela Associação Americana de Periodontia, que podem ajudar seus pacientes a usar com segurança a escova dental.

Recomendações

  • Lavar as mãos antes e depois de escovar os dentes

  • Deixar a escova exposta ao ar seco depois de cada uso, pois muitas bactérias nocivas morrem quando em contato com o oxigênio

  • Guardar a escova na posição vertical, assim ela seca mais rápido

  • Trocar a escova a cada três ou quatro meses, ou até antes, se as cerdas estiverem gastas ou se o paciente  tiver resfriado ou gripe, para evitar reinfecção

  • Limpe a embalagem ou suporte sempre para matar bactérias potencialmente danosas, que podem provocar doenças periodontais

O que não fazer:

  • Compartilhar a escova dental. A troca de fluidos corpóreos através de escovas pode aumentar o risco de infecções

  • Reusar ou dividir as mesmas soluções desinfectantes ou enxaguatórios para higienizar escovas dentais porque pode levar à contaminação cruzada

  • Cobrir escovas ou armazená-las em recipientes fechados. Isso cria um ambiente úmido mais propício para a proliferação dos microrganismos

  • Usar porta-escovas comunitário. Se precisar, limpar sempre o utensílio e garantir que as cerdas de uma escova não entrem em contato com as de outra

 

PubE112SBUC2006

 



 

 


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