Ano VIII nº 111 -

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Vida longa aos bem-casados

É fato: em média, pessoas bem-casadas adoecem menos e vivem mais do que as solitárias. 

Eventos devastadores, como a morte de um filho, não aumentam a mortalidade nos anos seguintes entre pais casados, mas aumentam entre aqueles já divorciados ou viúvos na época da perda, que não contavam com o apoio de um cônjuge. Entre pacientes com doenças cardíacas graves, a taxa de mortalidade é três vezes maior entre aqueles que não contam com o apoio social de amigos íntimos e cônjuges. 

Pessoas socialmente isoladas têm o sistema de resposta ao estresse exageradamente ativo, o que provoca hipertensão, leva à formação de placas nas artérias e aumenta a chance de doenças cardíacas. Viver sozinho pode ter um impacto negativo sobre a longevidade tão grande quanto fumar, ser hipertenso, obeso ou sedentário - tudo, aliás, devido ao estresse crônico. 
 

Ed113 23/10/2006



 

 


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